Galeria

Lembra da irmã Dorothy?

Ontem integrantes dos movimentos sociais do Pará amanheceram de luto em protesto pelos dois anos de morte da freira Dorothy Stang. O assassinato da religiosa chocou e revelou ao mundo o estado de violência crônica que envolve a região do sul da Amazônia. Executada aos 73 anos com seis tiros à queima roupa, a história de vida de Stang se confunde com os problemas da floresta amazônica.
Mas, apesar da violência na região ter diminuído depois da morte da freira, a situação geral ainda está muito longe de ser considerada pacífica. Desde de dezembro do ano passado o bispo do Xingu, D. Erwin Krautler, tem sofrido novas ameaças de morte. Os mandantes do assassinato de Stang – Vitalmiro Moura e Regivaldo Galvão – continuam soltos. O que está por trás disso é que o Pará continua um dos campeões de desmatamento na Amazônia, do roubo de terras públicas (grilagem) e do trabalho escravo. A história de injustiças e crimes – que Stang dedicou sua vida para mudar – continua na Amazônia. Será que no ano que vem a freira conseguirá descansar em paz?

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s